

Felizmente não haverão editais cínicos nos principais jornais da capital gaúcha, clamando pela liberdade de imprensa, nem mesmo pela liberdade de opinião. Liberdade é colírio.
Wladimir ou Ungaretti, depende da época do interlocutor, produz conteúdos de crítica de mídia, jornalismo, fotojornalismo e história recente. É um professor que continua a aula todo o tempo. Produz duas publicações com turmas da Faculdade de Comunicação da UFRGS e mantém além do blog, uma revista eletrônica, o site Ponto de Vista.
As críticas que produz jamais são de caráter pessoal. Ungaretti reproduz trechos inteiros de diferentes autores, para demonstrar que não está atacando a honra de ninguém, mas desmanchado falácias técnicas que se escondem sobre a fé pública do jornalismo.
Processos infames como este estão virando rotina para os juízes aposentados do departamento jurídico. Uma vez é a revista de viagens do centro do país, que processa o premiado repórter por plágio; depois é o novo repórter que é acusado do mesmo crime, dessa vez por um jornal de circulação nacional. E agora vem essa, o fotógrafo que tem seu apelido profissional revelado processa o jornalista mais velho, com quem ele deveria ter aulas.
Na fronteira do pensamento, Ungaretti é novamente prisioneiro de uma política. Seu exílio é a liberdade.
Fonte: Cel3uma
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